O Papel do Educador

O Papel do Educador

Educador é aquele que forma cidadãos pela mediação, pela facilitação e pela promoção do ensino/aprendizagem; seja ele um professor por formação ou não.

Um educador precisa ter em mente que um cidadão não é um ser moldado pelas leis de seu país e projetado unicamente para o cumprimento destas; isto seria, claramente, alienação.

O educador sabe que não sabe tudo, inclusive que não é o único que sabe algo no processo de ensino/aprendizagem.

O educador professor sabe que a criança não é uma tabula rasa, e que ela traz para a creche, por exemplo, um repertório mínimo de conhecimento. Seja este conhecimento de um lar estável, amoroso e feliz ou mesmo que este conhecimento seja de valores e saberes corrompidos por terem sido inicialmente construído em um lar decadente ou destruído.

O educador age mediando a criança na assimilação de novos saberes a partir de saberes próprios, estimulando a percepção delas (crianças) para a correção e/ou adequação destes novos saberes.

O educador atua facilitando o acesso da criança ao conhecimento, provendo meios, mecanismos e metodologia adequada para essa realização. Quando isso acontece de maneira efetiva, a criança consegue construir conhecimentos reais, mas, ainda assim não livres de interferências ideológicas.
O aprendizado eficaz e livre acontece quando o educador indica por sua metodologia, um caminho crítico para que a criança, de maneira autônoma, isto é, por seus conhecimentos e conexões cognitivas descubra um jeito próprio de escolher, avaliar e aprovar os conhecimentos apresentados pelo mediador/facilitador, que é o professor educador.

Nesse pensamento, atribuindo tal responsabilidade a este personagem tão importante para a formação ética da nossa sociedade, fica muito claro que a capacitação formal ou informal do educador deve ser uma prioridade, tendo em vista que, seu repertório deve abarcar saberes e conhecimentos de modo interdisciplinar, afim de que não comprometa a boa educação cidadã de nossas crianças.

Escrito por:
Domingas
Diretora – Fundação Comunidade da Graça
Atua no CEI Espaço da Comunidade I

Porque você faz o que faz? - Fábio Silva

Porque você faz o que faz? - Fábio Silva

Você já se fez essa pergunta: “Porque eu faço o que faço?”, essa pergunta rodeou os colaboradores da FCG nesse último final de semana. Tivemos o privilégio de receber a visita do Fábio Silva (empreendedor social e líder do movimento Novo Jeito), que na sexta-feira realizou um tour pelos nossos programas, no qual, com muito amor e carinho, os nossos gestores e diretores dos programas, explicaram todos os detalhes e atividades realizadas pela FCG à comunidade atendida.

Fábio Silva conversou com os nossos colaboradores e pelo final do dia trabalhou com a seguinte pergunta: “Porque você faz o que faz?”, dentro dessa temática conseguimos refletir sobre a nossa profissão, onde a nossa alegria está depositada e como podemos mudar a nossa sociedade através de cada programa.

Sexta-feira foi um dia muito movimentado e produtivo. Terminamos o dia com um desejo profundo de agir, ainda mais, pela nossa sociedade através de cada programa e ação da FCG. Chegando o sábado pela manhã, o dia em que realizaríamos a nossa palestra, estávamos alegres em receber as pessoas que iriam participar e também esperançosos em escutar o que cada palestrante iria discutir conosco.

Aos poucos as cadeiras eram preenchidas por pessoas que tinham um desejo em comum “promover a justiça e mudança social no meio em que vivem”.
Iniciamos com a palavra do nosso Presidente Osmar Misael Dias. Passamos para a palavra do Pr. Ronaldo Bezerra, que dialogou sobre o cristão e a sociedade. Na sequência, o Fábio Silva palestrou sobre o engajamento e impacto social contando a sua história de como ele compreendeu sobre a necessidade do serviço à área social. Com o tempo ele foi contando sobre cada pessoa que ele encontrou nesse caminho, cada projeto que ele idealizou/aplicou em Recife e como hoje ele conseguiu mudar o pensamento do engajamento cívico e social da população de Recife. Passado o Coffee Break, tivemos uma roda de conversa que contou com a participação da Vereadora Patrícia Bezerra, Deputado Estadual Carlos Bezerra Jr. e Fábio Silva, onde o público escreveu algumas perguntas à serem respondidas e os palestrantes, usando as perguntas, dialogaram sobre fé, justiça social e cidadania. Terminamos o encontro com o Gustavo Fuga (Fundador e presidente da 4YOU2 idiomas), que conversou um pouco sobre a sua organização social e como ela ajuda as pessoas carentes em aprender inglês.

Terminamos esse momento apaixonados pelo Fábio Silva e toda a sua história, felizes em conhecer uma pessoa que contribui de forma tão significativa para o desenvolvimento da sociedade, em especial de Recife. Cremos que ele também ficou muito feliz de passar esse momento conosco e abaixo colocaremos o seu testemunho sobre esses dias:

“Conhecer os projetos da Fundação Comunidade da Graça foi de fato um grande presente, sou empreendedor social, rodo todo o Brasil e conheço muitas e boas iniciativas, mas assim, fiquei extremamente surpreendido e feliz pelo impacto social que a FCG tem causado na cidade de São Paulo. Nossa convocatória agora é para o engajamento cívico, para que as pessoas possam ser voluntárias da FCG em seus projetos, para que elas possam servir a sociedade através dessa plataforma. Então assim, eu quero agradecer à toda a equipe da FCG por me receber, pelo carinho e pela oportunidade de conhecer isso tudo. Gostaria de mandar um abraço para todos os colaboradores da Fundação que tem feito um trabalho, há tantos anos bonito, e convidar toda a sociedade para esse engajamento para que a gente possa continuar construindo uma bela história e que a gente também possa ampliar essa história para a cidade e para as pessoas. Por que desta forma o Reino do Bem será visto em toda a sociedade através desse povo.”.

Agradecemos também aos nossos parceiros que nos ajudaram/participaram deste evento, são eles: Grupo Educa Mais, SBB (Sociedade Bíblica do Brasil), Padaria Karina, Hortifruti Andrea Mondini, Igreja Comunidade da Graça e FB de Oliveira Comercio.

Porque você faz o que faz? - Fábio Silva
Porque você faz o que faz? - Fábio Silva
Porque você faz o que faz? - Fábio Silva
Porque você faz o que faz? - Fábio Silva
Porque você faz o que faz? - Fábio Silva
Porque você faz o que faz? - Fábio Silva
Porque você faz o que faz? - Fábio Silva
Porque você faz o que faz? - Fábio Silva
Porque você faz o que faz? - Fábio Silva
Porque você faz o que faz? - Fábio Silva
Porque você faz o que faz? - Fábio Silva
Porque você faz o que faz? - Fábio Silva
Porque você faz o que faz? - Fábio Silva
Porque você faz o que faz? - Fábio Silva
Porque você faz o que faz? - Fábio Silva
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Porque você faz o que faz? - Fábio Silva
Porque você faz o que faz? - Fábio Silva
Porque você faz o que faz? - Fábio Silva
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Porque você faz o que faz? - Fábio Silva
Porque você faz o que faz? - Fábio Silva

Serviço Social no Brasil: uma profissão de luta

Serviço Social no Brasil: uma profissão de luta

Falar em Serviço Social na atualidade é, antes de tudo, partir da origem dessa profissão no Brasil, que se dá a partir das grandes mobilizações da classe operária nas duas primeiras décadas do século XX. O Serviço Social nem sempre foi reconhecido como uma profissão, no Brasil nas décadas de 20 e 30, a assistência social tinha caráter filantrópico, á técnica estava atrelada as doutrinas da Igreja, visava conter o crescimento da população e das maselas sociais causado pela eclosão da indústria no país. Durante as décadas de 40 e 50, o Serviço Social com a influência norte-americana, começa a desvincular-se da Igreja, porém permanece com um caráter conservador, mas com bases nos pensamentos positivistas e funcionalistas. A prática profissional nesse contexto baseia-se no ajustamento e na ajuda psicossocial. As décadas de 60 e 70 foram marcadas por alguns desdobramentos, com resquícios da era Getúlio Vargas, e a Ditadura Militar, fatos que contribuíram para um desdobro importante para a profissão, a ruptura total com o conservadorismo. O Serviço Social passa a ter um caráter técnico e científico. No ano de 1978, foi organizado um Congresso, conhecido como “Congresso da Virada”. Os profissionais se posicionam a favor de um projeto ético-político, voltado para a defesa da classe trabalhadora que vive em condições vulneráveis.

Nesse ano de 2018 o Serviço Social comemora 82 anos no Brasil, e continua em constante transformação, vivemos em um dos períodos mais difíceis da história. A falta de recursos nas instituições, à falta de incentivo do Estado para com a Política de Assistência Social, a falta de condições dignas, dificultam a prática profissional mais efetiva. Metodizar o fazer profissional, é um de suma importância para o trabalho do assistente social, pois o auxilia na identificação dos limites, desafios e possibilidades das demandas que lhe são colocadas a partir da dinâmica do ser social.

Nesse dia 15 de maio, quero parabenizar a todos os assistentes sociais, que resistem e lutam diariamente contra com o desmonte dos direitos sociais e contra os ataques á classe trabalhadora, precisamos remar contra a maré na luta pelo combate à desigualdade, e pela construção de uma sociedade igualitária. Não podemos esquecer-nos de reafirmar a importância da categoria profissional, e da gênese da profissão: os movimentos sociais em defesa da classe trabalhadora. Na luta de classe não há empate!

Escrito por:

Aline Salgado do Nascimento
Assistente Social – Fundação Comunidade da Graça
Atua no NPJ – Núcleo de Proteção Jurídico Social e Apoio Psicológico

Formatura do curso de gestão escolar - 4° edição

Formatura do curso de gestão escolar - 4° edição

A Fundação Comunidade da Graça tem como objetivo a formação continuada de seus colaboradores, investindo na vida profissional de cada um deles através de cursos, treinamentos, palestras, workshops e afins.

Para os professores, em especial, a FCG oferece um curso de gestão escolar.

Trata-se de um curso de 30 horas que acontece ao longo de três meses, onde são abordados temas relevantes para a formação deste novo profissional – o coordenador e o diretor pedagógico.

“Nosso grande foco é formar e treinar diretores e coordenadores para assumirem, oportunamente, o cargo em uma de nossas unidades de creche”. (Flávia Barnabé)

Alguns dos módulos ofertados são:

• UM CHAMADO ESPECIAL
    o Visão e Missão da Fundação Comunidade da Graça
• PROPOSTA PEDAGÓGICA DA FCG
• ATRIBUIÇÕES DO DIRETOR E COORDENADOR PEDAGÓGICO
   o Eu, onde?
• CONSIDERAÇÕES SOBRE LIDERANÇA
• Características e Perfil
• OSSOS DO OFÍCIO
   o Coisas que não quero fazer
• INTRODUÇÃO A SEGURANÇA ALIMENTAR
• NORMAS E PROCEDIMENTOS
   o Legislação Sanitária
• MANUAL DE BERÇÁRIO E MINI-GRUPO
• COMUNICAÇÃO
   o Linguagem Escrita e Linguagem Verbal
• LEGISLAÇÃO – NORMAS E PROCEDIMENTOS

Nesse início de mês, realizamos a formatura da nossa 4° turma, contamos com a presença de 16 professoras que, com muita alegria, terminaram o curso e receberam o seu diploma. Nesse curso já conseguimos formar mais de 80 profissionais que, ao longo do ano, deram continuidade na sua profissão, onde esse curso foi essencial para a sua carreira.

Nossa formatura foi muito especial, todas as formandas trouxeram as suas famílias para parabeniza-las e prestigia-las. Contamos com algumas homenagens, abaixo colocarei algumas frases ditas às professoras:

- (...) Há pessoas que marcam a nossa vida, que despertam algo especial em nós, que abrem nossos olhos de modo irreversível e transformam a nossa maneira de ver o mundo. Você foi uma dessas pessoas. (...);
- (...) Buscando formas para agradece-la, acabei encontrando e aprendendo sobre uma palavra nova “mahalo” é um termo da linguagem havaiana que significa “muito obrigado”;

Uma das alunas discursaram na formatura, em agradecimento por ter vivido esse momento junto com as suas colegas e professoras, sua grande alegria foi saber que não é o fim de um curso, mas o início de uma grande missão que é de praticar todo conhecimento adquirido de maneira responsável. Porque as formandas podem ser futuras coordenadoras e elas possuem grande interesse de ser exemplo, transformar vidas e fazer a diferença.

No final, disponibilizamos comes e bebes, tivemos um momento de descontração e grande jubilo por todos as participantes.

Queremos agradecer a todos que estiveram envolvidos durante o processo de realização do curso, dispondo de maneira generosa e amorosa o seu tempo, recursos e conhecimento.

Formatura do curso de gestão escolar - 4° edição
Formatura do curso de gestão escolar - 4° edição
Formatura do curso de gestão escolar - 4° edição
Formatura do curso de gestão escolar - 4° edição
Formatura do curso de gestão escolar - 4° edição
Formatura do curso de gestão escolar - 4° edição
Formatura do curso de gestão escolar - 4° edição
Formatura do curso de gestão escolar - 4° edição
Formatura do curso de gestão escolar - 4° edição
Formatura do curso de gestão escolar - 4° edição
Formatura do curso de gestão escolar - 4° edição
Formatura do curso de gestão escolar - 4° edição
Formatura do curso de gestão escolar - 4° edição
Formatura do curso de gestão escolar - 4° edição
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Formatura do curso de gestão escolar - 4° edição
Formatura do curso de gestão escolar - 4° edição
Formatura do curso de gestão escolar - 4° edição
Formatura do curso de gestão escolar - 4° edição
Formatura do curso de gestão escolar - 4° edição
Formatura do curso de gestão escolar - 4° edição
Formatura do curso de gestão escolar - 4° edição
Formatura do curso de gestão escolar - 4° edição
Formatura do curso de gestão escolar - 4° edição
Formatura do curso de gestão escolar - 4° edição
Formatura do curso de gestão escolar - 4° edição
Formatura do curso de gestão escolar - 4° edição
Formatura do curso de gestão escolar - 4° edição
Formatura do curso de gestão escolar - 4° edição
Formatura do curso de gestão escolar - 4° edição
Formatura do curso de gestão escolar - 4° edição
Formatura do curso de gestão escolar - 4° edição
Formatura do curso de gestão escolar - 4° edição
Formatura do curso de gestão escolar - 4° edição
Formatura do curso de gestão escolar - 4° edição

Evento - O dia de quem cuida de mim

Evento - O dia de quem cuida de mim

Na semana do dia das mães, realizamos “O dia de quem cuida de mim” em nossas unidades de creche.

Tivemos rodas de conversa sobre a importância do toque físico no desenvolvimento psicoafetivo dos pequenos e sobre o quão importante é esse momento entre eles e seus cuidadores. Com a ajuda das nossas colaboradoras e de nossa voluntária, Leila, proporcionamos um tempo voltado à família de nossas crianças, utilizando métodos de massagem. Contamos também com a participação da psicóloga Keite, da pastora Nice e da vereadora Patrícia Bezerra em algumas unidades para tornar esse momento mais enriquecedor.

Por fim, os pequenos se apresentaram para os cuidadores expressando seu amor e afeto por eles.

Evento - O dia de quem cuida de mim
Evento - O dia de quem cuida de mim
Evento - O dia de quem cuida de mim
Evento - O dia de quem cuida de mim
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Evento - O dia de quem cuida de mim

Um olhar sobre a gestação

Um olhar sobre a gestação

O processo que uma gestante passa é algo curioso e único, principalmente para as mamães de primeira viagem. O corpo muda, desejos começam a surgir, os sintomas clássicos aparecem, enfim, são inúmeras dúvidas que surgem durante e depois da gestação, dúvidas que podem ser até motivos de preocupação para quem nunca teve essa experiência.

Isso tudo acaba sendo normal, afinal, a preocupação com a saúde do bebê acaba vindo em primeiro lugar. Mas é preciso também ter um olhar para a mãe, já que um bebê saudável é sinônimo de uma mãe saudável.

A autoestima da mãe, diante de toda essa metamorfose gestacional, é algo que deve ser trabalhado e levado em conta. Todas as mudanças físicas e hormonais mexem com o psicológico, e muitas mamães tendem a entrar em depressão.

As mudanças psicológicas acompanham as físicas. Uma gestante com depressão e baixa autoestima pode deixar de se cuidar, praticar exercícios leves, ter uma alimentação e hábitos saudáveis, prejudicando não só a saúde dela, como a do bebê.

Acreditamos que informação é uma poderosa arma nos dias de hoje. Por isso, a Fundação Comunidade da Graça possui o Programa de Gestantes, que visa fortalecer os vínculos afetivos que a gestação oferece às mamães. Todo o conhecimento é passado por um time incrível de voluntárias que entendem do assunto como ninguém. Só no ano de 2017, foram atendidas 71 mamães das áreas de abrangência da FCG, que são os bairros de: Vila Formosa, Aricanduva e Carrão.

O programa cumpre duas etapas: a primeira será uma palestra tirando dúvidas sobre o parto e o fortalecimento da autoestima. Já a segunda etapa vai abordar sobre o aleitamento materno e a entrega de enxovais.

Vamos transformar a gestação em um momento único na vida de nossas mamães, que, apesar das dificuldades e pouco controle dentro da gestação, ter informação nunca é demais. Afinal, ser mãe é uma dádiva de Deus, e é preciso curtir este momento do começo ao fim.

Escrito por: Paulo Gustavo Alves, 22 anos, formado em Publicidade e Propaganda e atua profissionalmente como redator.

Final do segundo ciclo de nutrição - 2018

Final do segundo ciclo de nutrição - 2018

Durante todos os anos a FCG realiza alguns ciclos de nutrição dentro de todos os nossos projetos e desta vez, contamos com a participação das estagiarias e estudantes de nutrição da Faculdade UNIP. Nesta semana, finalizamos o nosso segundo ciclo de nutrição e ao longo desse ciclo trabalhamos com algumas frutas e legumes.

Beterraba

As estagiárias apresentaram a beterraba e falaram sobre sua importância através da preparação de uma deliciosa receita, as crianças ajudaram nessa preparação e usaram aventais e touca.

Abacate

Também trabalharam com o abacate e nessa fruta encontramos nutrientes importantes para as crianças, por exemplo, o ômega 3 que é benéfico para o sistema nervoso. Conseguiram preparar também uma receita de brigadeiro que contém a fruta.

Chuchu

Com a realizaram de um quebra cabeça com as crianças, as estagiarias falaram sobre a importância deste alimento e para degustação das crianças e ofereceram batata frita de chuchu.
Nossa penúltima intervenção com nossas nutricionistas foi muito criativa, pois realizaram a atividade "Caça ao tesouro", onde os piratas procuraram todos os alimentos trabalhados nesse 2°ciclo. O interessante que além de divertido todas as crianças reconheceram os alimentos.

Em nossa CEI IV (Vila Verde) realizamos uma conclusão de tudo que foi ensinado na alimentação das nossas crianças de maneira lúdica e inauguramos o cantinho da nutri, feito com muito carinho para os pequenos.
Ficamos muito alegres com esse momento que tivemos com esse novo ciclo, e agora fica a saudade, mas esperançosos e alegres para receber o novo ciclo de estagiarias de nutrição.

Para esse ciclo contamos com a supervisora da Faculdade UNIP: Talita Pessoa e também com a nutricionista responsável da FCG: Sandra Bernardis.

Final Do Segundo Ciclo De Nutricao 2018 1
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Brincando e aprendendo - chapeuzinho vermelho

Brincando e aprendendo - chapeuzinho vermelho

Nosso plano de ensino nas creches, possui como base 3 fundamentos principais: Incluir, Estimular e Brincar. Nesse contexto, iniciamos o tema “brincando e aprendendo”, onde propiciamos a valorização do aprendizado através de brincadeiras e recreação; para conseguir uma maior facilidade de adaptação dos pequenos.

Esse tema acontecerá toda sexta-feira a cada 15 dias, onde realizaremos um dia diferente para as nossas crianças, cada agrupamento realiza uma apresentação, e nessa sexta-feira apresentamos a história da chapeuzinho vermelho, personagem que deu início ao tema abordado.

Foi uma tarde muito divertida e proveitosa, porque tivemos a oportunidade de ensinar às crianças através da brincadeira e imaginação.

Brincando E Aprendendo Chapeuzinho Vermelho 1
Brincando E Aprendendo Chapeuzinho Vermelho 2
Brincando E Aprendendo Chapeuzinho Vermelho 3
Brincando E Aprendendo Chapeuzinho Vermelho 4
Brincando E Aprendendo Chapeuzinho Vermelho 6
Brincando E Aprendendo Chapeuzinho Vermelho 7
Brincando E Aprendendo Chapeuzinho Vermelho 8

Empatia: o segredo para lidar com a diversidade

Empatia: o segredo para lidar com a diversidade

Atualmente a diversidade - que nada mais é, do que a multiplicidade das relações do homem com o seu meio - tem trazido debates acalorados, tanto na internet quanto fora dela, e essa diversidade atinge aspectos da sociedade, política, cultura, sexo e etnia.

Porém, existem os dois lados dessa moeda. Um lado são as pessoas que são contra a diversidade, e não apenas contra, mas passam a alimentar o preconceito, a discriminação e a intolerância para com o próximo. O outro lado, são as pessoas que lutam pela igualdade, possuindo crenças e valores que reforçam o relacionamento com o próximo. Usam como uma das principais armas, a empatia, para lidar com a diversidade neste século tão plural e rico.

Em meio a toda essa situação, queremos apresentar para você esse outro lado da moeda, e para isso, traremos algumas informações interessantes ao longo do texto.

O que significa a palavra empatia?
Para iniciarmos esse papo, quero explicar o significado da palavra empatia. Para isso irei separar em 3 significados: segundo o Dicionário, segundo a Teologia e segundo Filosofia.

Dicionário – No dicionário Michaelis a palavra significa:

1 - Habilidade de imaginar-se no lugar de outra pessoa.
2 - Compreensão dos sentimentos, desejos, ideias e ações de outrem.

Teologia – Tendência para sentir o que sentiria, caso estivesse, na situação e circunstâncias experimentadas por outra pessoa, tendo Mateus 7:12 como versículo chave: “Portanto, tudo o que vós quereis que os homens vos façam, fazei-o vós também a eles, pois esta é a lei e os profetas.”

Filosofia – O filosofo Adam Smith diz que empatia é: “trocar de lugar com o sofredor na imaginação”.

Porque é difícil praticar a empatia?

Agora que conhecemos um pouco essa palavra e entendemos o seu contexto em nossa sociedade, vem a seguinte pergunta: Porque é difícil praticar a empatia?

A nossa natureza é egoísta por definição; desde o início da humanidade a nossa principal preocupação é se autoproteger; somos voltados para os nossos próprios fins individualistas.

Nietzsche em seu livro “Humano: Demasiado Humano” diz que o ser humano busca sempre os seus interesses, busca no outro apenas aquilo que lhe agrada. Nascemos e morremos sozinhos, porque durante a nossa vida a principal busca é achar no outro o nosso “eu”, ao contrário de tentarmos encaixar o outro em nós.

A revista Exame escreveu um artigo sobre a empatia e disse que historicamente as pessoas criam alguns “impedimentos” que dificultam praticarmos a empatia, entre eles estão o preconceito, a autoridade, a distância e a negação.

Nessa nova era das redes sociais, conseguimos conversar com diversas pessoas, porém de forma polarizada. Segundo o psicoterapeuta Aaron Balick, as redes sociais até possuem empatia, mas elas são tendenciosas ao bairrismo, dificultando o diálogo com a pessoa que pensa diferente de você.

Como sermos empáticos com a diversidade?

Já explicamos a palavra empatia e contextualizamos o fato dela ser de difícil prática. Agora vamos buscar alguns meios de desenvolver a empatia neste mundo de grande diversidade. Para isso, coloquei 3 hábitos interessantes que podem ser praticados.

1 – Crie uma ponte com o desconhecido
Tente investigar a vida de outras pessoas através do bom papo - descontraído e prestativo. Dado início ao primeiro contato, tente buscar alguns paralelos entre você e a outra pessoa. Com isso, ela se abrirá de uma forma mais relaxada e disponível.

2 – Seja curioso
Não tenha medo de conversar com pessoas que possuem uma grande diferença de pensamento. Pessoas empáticas têm em comum a curiosidade - acham as outras pessoas mais atrativas do que elas mesmas.
Busque traçar uma meta, tente pelo menos 1 vez por semana conversar com um desconhecido. No começo pode ser difícil, mas com certeza será enriquecedor.

3- Desprenda-se do preconceito
Tire a venda do preconceito, fuja desse estereotipo e tente olhar para todos sem elaborar um prejulgamento. Vá de mente aberta. Descubra lindas pessoas, que se escondem em capas diferentes das suas.

Se você chegou até essa parte do texto, tenho certeza que você busca ser uma pessoa mais empática, com uma mente curiosa em buscar novos amigos e ser mais diversificado em sua cultura. Por isso, fica aqui a gostosa sensação de trazer para o debate um assunto que possa melhorar o relacionamento interpessoal e a justiça social.

Lembre-se: a empatia é a arte de se colocar no lugar do outro para transformar o mundo.

Contato

  • (11) 2672.1200
  • fcg@fcg.org.br
  • Rua Salvador do Vale, 9
  • Vila Formosa - São Paulo