Semana das crianças: diversão garantida

O Brasil é um dos primeiros países a ter uma data especialmente dedicada às crianças, 1924, e desde então a festa é garantida. Esse dia é tão especial para nós que separamos não apenas um dia, mas a semana inteira.

Em nossas unidades de creche, separamos cada dia para comemorarmos essa data, mas sempre com o foco na educação e aprendizado. Com uma programação rica em atividades lúdicas, desenvolvemos a autonomia, criatividade e autoestima da criança. No primeiro dia (8) preparamos um ambiente contagiante e fizemos a festa do pijama; já no segundo dia (9) comemoramos o dia do artista, com os nossos pequenos trabalhando com massinhas e pinturas; no dia seguinte a brincadeira foi o nosso foco, brinquedos infláveis, máquina de algodão doce e brinquedos diversos; no penúltimo dia a arte voltou a tomar conta, e a imaginação não teve limites; por fim, no último dia, realizamos a festa a fantasia com o tema super-heróis, tanto as professores quanto as crianças foram fantasiadas com os seus heróis favoritos.

O doce não faltou em nossa festa! Com o apoio de muitos doadores entregamos para cada criança balas e pirulitos, a fim de adocicar a sua semana. Lembrando que as nossas crianças são acompanhadas por nutricionistas, dentistas e pediatras. Essa ação acontece somente na semana das crianças com a autorização dos especialistas.

A nossa conclusão é que não devemos apenas presentear as crianças, mas acima de tudo, devemos ter um relacionamento; os presentes jamais substituíram o relacionamento e a presença dos pais e educadores na vida da criança.

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Dia do Professor: O papel do educador de creche

No dia 15 de outubro de 1827, Dom Pedro I, Imperador do Brasil, decretou uma Lei Imperial responsável pela criação do Ensino Elementar no Brasil – desde então, essa data é comemorada em nosso território: Dia do Professor. Então, nesse texto falaremos sobre o educador, em especial de creche.

O educador de creche tem um papel muito importante no desenvolvimento da criança. Ele é responsável por proporcionar experiências que ajudem a criança a desenvolver suas capacidades cognitivas de forma continua e dinâmica a partir dos primeiros anos de vida.

O educador de creche é a personagem que, além dos pais, é um espelho para a criança. O bom educador tem o papel de formar a criança e transformá-la em um ser humano que fará, no futuro, a diferença na sociedade.

Os profissionais que trabalham com bebês de 0 a 3 anos de idade necessitam de qualidades muito especiais de conhecimento, pois ele é um instrumento pelo qual, a criança adquire conhecimento e percepções do ambiente escolar.

O educador de creche tem que ser sensível a ponto de reconhecer as diferentes necessidades da criança e promover a exploração, respeitando a sua curiosidade natural. Este educador deve estabelecer limites claros e seguros para que a criança realize suas escolhas de forma protegida; é papel do educador promover o desenvolvimento de autonomia e autoconfiança sempre que possível e promover um ambiente estimulante onde ocorra a interação para o desenvolvimento psicossocial da criança.

É através de observações cuidadosas, conhecimento proporcionado e diferentes recursos que promovam oportunidades de concentração e descoberta, que o educador obtém o sucesso em seu trabalho.

Engana-se quem pensa que o educador de creche só brinca; ele também ensina e é responsável por atividades respeitosas, ensinando a criança a esperar sua vez, compartilhar as coisas, respeitar o próximo; ensinamentos estes, que com certeza, serão levados para fora do ambiente da creche.

A primeira infância é a fase que a criança passa a perceber o mundo e a despertar uma curiosidade nata investigativa; estão sempre questionando e querendo saber o porquê das coisas. É por meio da curiosidade e da interação do educador que a criança constrói sua própria identidade.

Desta forma o educador de creche é uma figura fundamental na vida da criança e para educação são verdadeiros pilares para seu desenvolvimento integral.  A creche é o segundo ambiente socializador em que a criança está inserida, e o educador é o facilitador para que ela adquira novos conhecimentos diariamente.

Ser educador de creche vai além do que podemos imaginar, pois educamos, cuidamos e zelamos para que a criança se desenvolva em todos os aspectos e esta é uma responsabilidade muito grande que temos em nossas mãos.

Somos a base do carinho, conhecimento e interação da criança com a sociedade!          

Parabenizamos todos os educadores, que dispõem de tempo, conhecimento e, por vezes, recursos, a fim de garantir a educação as pessoas e ensinar sobre os fundamentos principais das diversas ciências.

Texto produzido por: Daniela dos Santos Nogueira – Diretora do CEI Espaço da Comunidade II em Itaim Paulista

Ser feliz ou ter razão? O poder da Comunicação Não-Violenta

Quem nunca acabou se exaltando com o outro em uma discussão?

Proposta na década de 60 por Marshall Rosenberg, a Comunicação Não-Violenta, é um método criado para aperfeiçoar os relacionamentos interpessoais e diminuir a violência verbal ao se comunicar; tudo através da compaixão/empatia e da consideração do todo.

A CNV tem por estrutura quatro componentes:

  1. Observação: Relatamos os fatos, sem julgar o outro;
  2. Sentimento: Identificamos as emoções em relação ao que observamos da situação;
  3. Necessidade: Expomos qual a necessidade por trás do sentimento na hora do fato. Quando não atendida, a necessidade pode gerar sentimentos e emoções negativas;
  4. Pedido: Realizamos um pedido à pessoa, o que gostaríamos que fizesse.

Vejamos a seguir, um exemplo de uma situação conflituosa entre mãe, filha e como aplicamos a CNV. Fique atento ao formato de cada discurso:

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A senhora pode contar para nós o que houve, sem julgamentos?

‘’Eu cheguei em casa e a pia estava até o ‘’teto’’ de louça para lavar, sendo que eu havia pedido à Marcinha que lavasse depois que chegasse do colégio, e ao invés de me obedecer, ela passou o dia todo na casa da amiga.

Lavei toda a louça para começar a fazer comida e isso me atrasou para fazer as outras coisas. Quando ela chegou, eu a questionei e acabamos nos desentendendo. Estamos alguns dias sem se falar.’’

Com a CNV, esse discurso fica assim:

‘’Eu cheguei em casa, a louça estava suja e a Marcinha estava na casa da amiga. Lavei toda a louça para começar a fazer comida e isso me atrasou para fazer as outras coisas. Quando ela chegou, eu a questionei e acabamos nos desentendendo. Estamos alguns dias sem se falar.’’

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Qual foi seu sentimento na hora?

‘’Eu senti minha autoridade desrespeitada.’’

Com a CNV, esse discurso fica assim:

‘’Eu fiquei com raiva, pois trabalho o dia todo e chego cansada. Preciso que a louça seja lavada para que eu possa fazer o jantar e a marmita.’’

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Qual foi a necessidade não atendida?

‘’A necessidade de ser respeitada. Se ela me obedecesse, eu poderia fazer a comida mais depressa. Assim, consigo ter um tempo maior de descanso.’’

Com a CNV, esse discurso fica assim:

‘’Marcinha, eu tenho a necessidade de poder confiar que nossos acordos serão cumpridos. Eu te pedi para lavar a louça quando você chegasse da escola, pois com a louça lavada, consigo fazer a comida mais depressa e ajeitar a casa. É um trabalho a menos pra mim e consigo ter um tempo maior de descanso.’’

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O que você gostaria que a Marcinha fizesse para isso não ocorrer mais?

‘’Marcinha? Eu só quero que você me obedeça, pois eu sou sua mãe!’’

Com a CNV, esse discurso fica assim:

‘’Marcinha? Você pode lavar a louça depois que chegar da escola, assim, quando eu chegar do trabalho, consigo fazer a comida mais rápido e adiantar alguns serviços de casa. Você pode me ajudar nisso?

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Agora vejamos o outro lado da história:

Marcinha, conte para nós o que houve, sem julgamentos?

‘’Eu simplesmente não pude lavar a louça, porque minha amiga passou mal e precisava de alguém para acompanhá-la ao hospital. Como ela estava sozinha em casa, me ligou desesperada pedindo ajuda.

Eu cheguei em casa, e a minha mãe nem me deixou falar o que aconteceu. Eu nem tentei explicar, porque ela já veio tirando satisfação. Nós discutimos e estamos sem se falar.’’

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Qual foi seu sentimento na hora?

‘’Eu fiquei com raiva, porque ela sempre me interrompe e não deixa eu terminar minha explicação.’’

Com a CNV, esse discurso fica assim:

‘’Eu fiquei com raiva, porque a minha mãe não me deixou explicar o que aconteceu.’’

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Qual foi a necessidade não atendida?

‘’Que ela me escutasse primeiro.’’

Com a CNV, esse discurso fica assim:

‘’Mãe, eu tenho a necessidade de expressar a minha versão e ser escutada. A senhora poderia ouvir minha versão da história primeiro, antes de tirar satisfação comigo?’’

Você viu? A CNV aplicada, evita muitos conflitos desnecessários. Nem sempre é fácil ouvir o outro e ter ao mesmo tempo empatia e consequentemente compaixão. Lembrando que não existe compaixão sem empatia! A compaixão é descrita como uma empatia + ação, ou seja, é a intenção de que algo mude + a ação.

Seja feliz e deixe sua razão de lado!
Seja a resposta!

Escrito por: Paulo Gustavo Alves, 22 anos, voluntário da FCG, formado em Publicidade e Propaganda e atua profissionalmente como redator.

Amor que transforma - Natashi

Confira a matéria da REVISTA COMUNA (edição n°104, outubro) sobre a nossa voluntária Natashi, que realizou cursos profissionalizantes conosco e hoje possui o seu próprio salão de beleza.

Natashi

Amor gera amor. Gentileza gera gentileza. E a história de Natashi prova isso. Ela conheceu a Fundação Comunidade da Graça quando ainda era pequena, já que sua avó trabalhava como voluntária. “Na época, eu não entendia por que ela passava tanto tempo lá, até não gostava”, relembra.

Mas, essa ideia mudou quando Natashi conheceu mais profundamente o trabalho da FCG. Estudante de Recursos Humanos, ela se viu desempregada e sem perspectivas. Apaixonada por cuidar de cabelos e por maquiagem, decidiu, então, aceitar o conselho de sua avó e fazer o curso do Polo de Beleza. E foi aí que uma grande mudança aconteceu.

Nas aulas com Elson e Lú Telles, ela aprendeu a trabalhar como uma profissional: “Os professores eram sempre muito atenciosos e nos ensinaram a não só saber fazer as coisas, uma escova, por exemplo. Eles nos ensinavam a como fazer do jeito certo, a como fazer uma escova que deixa qualquer cabelo bonito, como um profissional mesmo”.

A paixão pela beleza cresceu ainda mais durante o curso e Natashi logo começou a trabalhar na área. Passou por grandes salões e fez outros cursos para se profissionalizar ainda mais.

O fruto do trabalho veio logo, e ela já tinha uma cartela de clientes que a seguiam por onde fosse. Até que chegou o momento de montar o seu próprio salão. Com a ajuda de seu tio e de uma amiga, ela criou um pequeno espaço em sua casa e passou a receber as pessoas lá, onde está até hoje.

Para ela, o que faz a grande diferença em seu trabalho é algo que aprendeu com seus professores na Fundação. “Além de nos ensinarem a como fazer tudo muito bem, de nos darem uma base muito boa para o trabalho, eles nos ensinaram a fazer tudo com amor, a tratar bem as pessoas. Hoje, eu recebo muitas clientes aqui na minha casa e elas dizem o quanto se sentem bem não só com o meu trabalho, mas comigo, o quanto gostam de passar tempo comigo. E eu vejo que é assim com as outras alunas da FCG também”, conta.

Além do grande impacto profissional, o curso do Polo de Beleza deu à Natashi um novo olhar sobre o serviço ao próximo. Hoje, ela é voluntária na Fundação Comunidade da Graça, assim como sua avó: “Eu ajudo em tudo o que me chamarem. Já trabalhei dando aulas no SASF, coordenando os profissionais no Click Compaixão, cuidando de pessoas que trabalham na FCG.”

O amor que transforma gera ainda mais amor, alcança ainda mais vidas, impacta muito mais pessoas. Hoje, a filhinha de Natashi, de oito anos, já tem os mesmos valores que a mãe. “Ela tem ensinado às amiguinhas a doarem seus brinquedos, ama participar do Click Compaixão”, se orgulha a mãe.
A FCG tem transformado a vida de milhares de pessoas através do serviço de amor, permitindo que muitos se voluntariem nos diversos programas e formando profissionais que fazem a diferença no mercado. Seja um voluntário ou participe de algum dos cursos de formação. Conheça mais através do site www.fcg.org.br.

Fonte: Revista Comuna | Edição n°104 | Outubro

Cardápio diferenciado às crianças

A alimentação é fundamental na educação infantil. Em nossas creches, a comida oferecida aos pequenos proporciona energia necessária para o dia a dia. Mas o nosso desejo é avançar nesse tema e, sempre que possível, diversificar na escolha dos ingredientes.

Portanto, nessa semana fizemos um cardápio diferenciado em nossa CEI: caldo de abóbora na moranga, uma novidade que as crianças amaram.


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Contato

  • (11) 2672.1200
  • fcg@fcg.org.br
  • Rua Salvador do Vale, 9
  • Vila Formosa - São Paulo