Encerramento Copa Caipira

Encerramento Copa Caipira

Na Educação Infantil o lúdico - que visa mais ao divertimento - é essencial como instrumento de ensino-aprendizagem pois o seu desenvolvimento promove à aprendizagem, o crescimento pessoal, cultural e social, através da facilidade nos processos de socialização, comunicação e conhecimento do mundo a sua volta.

Sabendo disso, as CEI’s (Centro de Educação Infantil) administradas pela FCG, possuem em seu pilar de educação o BRINCAR; que também têm o INCLUIR e ESTIMULAR. Nesse clima conseguimos incluir no ano de 2018, em específico no mês de julho que inicia a Copa do Mundo de Futebol e Festa Junina, a Copa Caipira: visa - através das brincadeiras, pinturas e danças típicas – incluir a criança na cultura brasileira, estimular os seus sentidos para que ela conheça o mundo em sua volta e, tudo isso, com a primazia do brincar para que ela aprenda da melhor forma.

Nesse início de mês chegamos ao fim dessa atividade e, para encerrar com chave de ouro, realizamos um desfile que representou cada país trabalhado ao longo do mês.

Aqui fica a gostosa sensação de mais uma atividade realizada com sucesso, em todas as 6 CEI´s da FCG, e desejamos a todas as famílias e crianças atendidas “boas férias”.

Obs.: volte logo, porque já estamos com saudades!!!

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Oficina MDF: novas oportunidades

Oficina MDF: novas oportunidades

Vamos mudar o mundo? Mas, que mundo? Nós, da FCG, temos como iniciativa, tornar o cidadão pleno em todas as suas necessidades básicas e, além disso, desenvolvermos práticas que contribuem para uma transformação social. Cada pessoa tem o seu mundo e, através dos nossos programas, oportunizamos uma nova chance, um exemplo disso é o nosso programa SASF.

O SASF funciona como uma proteção social básica a famílias em situação de risco, idosos ou pessoas com deficiência. A ideia é identificar quais são as necessidades de cada um e criar oportunidades para que as pessoas possam encontrar uma saída para a situação em que se encontram e, com o tempo, se sentirem seguras o bastante para caminhar com as próprias pernas.

Dentro das atividades, realizamos uma oficina de MDF, que acontece no SASF Itaquera, apresentando e ensinando sobre as técnicas de mosaico e recuperação de móveis usados. Nosso objetivo principal é capacitar e contribuir para uma oportunidade de geração de renda e inclusão social.
Nessa oficina também temos a oportunidade de contribuir e incluir as pessoas que possuem alguma necessidade especial – são momentos maravilhosos que ficam no coração, tanto do colaborador quanto do assistido.

Oficina MDF: novas oportunidades
Oficina MDF: novas oportunidades
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Oficina MDF: novas oportunidades

Copa caipira - festa e brincadeiras

Copa caipira - festa e brincadeiras

Neste mês de junho realizamos nossa Copa Caipira, juntando duas festividades do mês. Houveram brincadeiras típicas, como pescaria, argola, boca do palhaço, tomba lata, entre outras, assim como danças tipicamente brasileiras (dança do pau de fita, dança da saia, dança da fogueira e xote das meninas) e trabalhos relacionados a outros países.

Nossas crianças, seus pais e colaboradores vieram vestidos a caráter para apresentações, usando roupas caipiras ou camisetas do Brasil, entrando no clima da nossa Copa Caipira.

O resultado dessa festa foi alegria coletiva.


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Copa caipira - conhecendo o milho

Copa caipira - conhecendo o milho

Estamos em clima de copa, mas, no mês de junho, a festa junina também tomou conta dos nossos programas e atividades. Nossa copa tem de tudo. Tem festa, tem alegria e novidades para as crianças.

No mês de junho, as professoras das nossas creches, apresentaram o milho para as crianças. Descascaram, tiveram os primeiros contatos e descobriram essa textura diferente da planta; a princípio elas sentiram um estranhamento, mas depois se familiarizaram com o milho e seus “cabelos”.

Finalizamos essa atividade, da melhor forma possível, com a degustação.

A substituição dos alimentos industrializados por legumes, frutas e cereais é uma maravilhosa tendência. A casca do milho é rica em fibras, já o milho, é rico em proteína, carboidrato, vitaminas e sais minerais.

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Visita ao Corpo de Bombeiros - CEI VI

Visita ao Corpo de Bombeiros - CEI VI

Após a atividade dirigida sobre profissões, levamos as crianças da CEI VI (JD. N. S. do Carmo) para visitar o Corpo de Bombeiros, já que a unidade está próxima ao local e por ter sido a profissão mais comentada pelos alunos.

Eles puderam entrar em contato com a profissão, entrar no caminhão e ver a sirene em ação, acompanhar o treinamento dos profissionais e brincar com os cachorros da unidade de bombeiro.  Nossas crianças ficaram maravilhadas com tudo; essa atividade proporcionou uma grande alegria para os colaboradores participantes e para as crianças envolvidas.

Na saída as colaboradoras relataram que as crianças diziam para os seus pais: a sirene é muito alta, muito forte e o caminhão é muito grande. Realmente foi uma experiência única.

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Final do terceiro ciclo de nutrição - 2018

Final do terceiro ciclo de nutrição - 2018

O estágio dos estudantes da UNIP chegou ao fim e com ele tivemos nossa última intervenção nutricional desse semestre.

Em nossas unidades as crianças tiveram a oportunidade de recapitular todas as frutas, legumes e hortaliças que foram apresentadas para as crianças durante o ciclo e passarem por uma avaliação nutricional, onde foi observado o seu desenvolvimento.

Foi montada uma pequena hortinha para as crianças terem contato com o processo de plantação, também tivemos atividades recreativas utilizando alimentos na casa ao tesouro e um painel “Fazendinha” para que as crianças falassem um pouco sobre sua alimentação.

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O imigrante e a imigração - Reflexões

O imigrante e a imigração - Reflexões

“Migrar: mover-se de uma região a outra; sair em busca do sonho, da prosperidade, de alternativas ou, na falta de todos eles, partir. O migrante é necessariamente alguém partido: uma vida permanece em sua origem, outra se lança num novo destino, incompleta. [...] O Estado de São Paulo é um destino de migrações. Cresceu desde o período pré-colonial, com o entroncamento de culturas diversas. Essa diversidade é o que nos faz iguais em nossas diferenças” – excerto retirado do Museu da Imigração, em São Paulo.

O imigrante é o indivíduo que desloca-se de seu país ou região, para outro local, motivado principalmente por obter melhores condições de vida. Dia 25 de Junho, no Brasil, é comemorado o Dia do Imigrante, e precisamos trazer algumas questões à tona.

Antes de mais nada, é importante ressaltar que a imigração não é (nem um pouco!) recente, mas sim muito antiga: há milhares de anos atrás, remontando a povos mesopotâmicos e egípcios, já existiam pessoas que deixam suas casas e viajam muitos quilômetros para outras regiões, a fim de encontrar uma vida mais agradável - a imigração é um fator histórico.

A Imigração para o Brasil – contexto histórico, porquês e reflexões

Após o descobrimento do Brasil pelos portugueses, novas expedições foram organizadas para trazer colonos até aqui. Obs.: a chegada dos colonizadores não configura imigração, pois esses vieram com o intuito de povoar a terra, formar colônias e estender a força do domínio português além dos mares.

Obs. 2: os escravos foram trazidos à força, portanto, jamais poderiam ser considerados imigrantes. Caso queira saber um pouco mais sobre a abolição da escravatura, clique aqui.

Pouco tempo depois começam a surgir os primeiros imigrantes vindos do reino de Portugal. A imigração de outros povos para o Brasil, que não os portugueses, começa principalmente em 1808, com a abertura dos portos. Até então, a esmagadora maioria dos habitantes era de origem lusitana e africana. Foi a partir dessa data que começaram a vir imigrantes, como os chineses de Macau (a fim de estabelecer o cultivo de chá) e os suíços e alemães, para o Rio de Janeiro.

Após a independência do Brasil, em 1822, surge uma crise ideológica nas classes políticas e na nobreza, bem como nos grandes proprietários de terra, afinal: “quem é o brasileiro?”, “qual é a cara desse povo?”.

A abolição do tráfico negreiro, em 1850, e do regime escravocrata, em 1888, fizeram a coroa portuguesa repensar ainda mais a mão de obra e ver importância em atrair imigrantes – era necessário trabalhadores, de preferência europeus, brancos, para desenvolver sobretudo a agricultura e a produção.

“A crise do sistema escravocrata colocou a questão da mão de obra no centro das atenções, no mesmo momento em que se pretendia definir quem era o brasileiro, e que embranquecê-lo era questão de ordem” - excerto retirado de um painel informativo no Museu da Imigração, em São Paulo.

Essa ideia imperialista de necessidade a ser suprida, é, por vezes, a noção de imigração que muitos de nós temos até hoje, tanto a nível político quanto social: “o que essas pessoas podem fazer por nós?” ou “o que causarão em nosso país?”. É uma preocupação econômica, com si próprio, para depois, por fim, talvez pensar nas causas da imigração. 

Será que, assim como Marx previu no século 19, as relações entre seres humanos foram transformadas em mercadorias? O interesse no outro é válido apenas na medida em que ele me rende algo? Como tratas aquele que não pode lhe trazer benefício algum?

Se colocar na posição de outra pessoa pode ser um exercício um tanto quanto interessante: como é que você gostaria de ser recebido, caso migrasse para outro país, com cultura e idioma diferentes do seu? Você gostaria de ser recebido por si mesmo? Pense a respeito. De verdade, imagine-se nesta situação.

Espero que Marx esteja errado, e que o que há de mais humano no Homem ainda exista: a Fraternidade. O ser humano é vivo, portanto, façamos da vida algo extraordinário, vivamos para que todos possam vivê-la da melhor maneira possível.

Não podemos saber exatamente o que faz cada um deixar o seu país de origem e sair rumo a uma nova vida, mas podemos tentar fazer com que a vida aqui seja mais agradável do que aquela que o viajante deixou para trás. Se o imigrante é alguém partido, deixemos que se completem novamente, criando pontes, e não muros.

Para finalizar, você que mora em São Paulo, já visitou o Museu da Imigração? Trata-se de um local que remonta a vida do imigrante em épocas passadas.

É possível encontrar nomes, itens usados na época (alguns que muitos hoje nem entenderiam para que servem), fotos, documentos, cartas, curiosidades e muita informação, além de um ambiente agradável e colhedor. Dica: aos sábados, a entrada é gratuita!

Texto escrito por Mateus Zampieri, 22 anos, redator publicitário, voluntário da FCG e estudante de Filosofia.

Fique com algumas fotos do local:
Foto 1: Entrada do museu, localizado próximo a estação Bresser Mooca, linha vermelha do metrô.
Foto 2: Largo São Bento, em 1943.
Foto 3: Espátula de abrir cartas.
Foto 4: Projetor de filmes.
Foto 5: Vários itens reunidos, com beliches que simulam os utilizados tempos atrás.

Entrada do museu, localizado próximo a estação Bresser Mooca, linha vermelha do metrô.
Largo São Bento, em 1943.
Espátula de abrir cartas.
Projetor de filmes.
Vários itens reunidos, com beliches que simulam os utilizados tempos atrás.

Campanha do Agasalho 2018: Aquecendo Corações

Campanha do Agasalho 2018: Aquecendo Corações

O inverno começou oficialmente no dia 21 de junho, às 07h07, e vai até o dia 22 de setembro. 3 meses de mínimas que podem chegar a 10º C, principalmente à noite. E é na transição de estação que o frio promete ser mais intenso.

Como todos os anos, estamos arrecadando agasalhos, roupas, calçados (infantis e adultos), cobertores e lençóis desde o dia 16/04. Tudo, é claro, em bom estado e limpo.

De repente, você pode ter aquele casaco que ficou pequeno, ou até mesmo uns cobertores sobrando. Só nos damos conta do tanto que temos, quando chega esta época do ano e ‘’revivemos’’ do armário nossas roupas de inverno. Afinal, ninguém gosta de passar frio, e qualquer roupa a mais já ajuda a ficar bem agasalhado. Podemos ter o necessário para nós e nossa família ficarmos bem nestes dias de inverno.

Você já nos ajuda a cuidar de pontos básicos para a sobrevivência de uma pessoa: alimentação, capacitação profissional, educacional e saúde. Agora está na hora de unirmos forças para agasalhar corações neste inverno. Agasalhar pessoas que recebem ajuda através da nossa Fundação e do Ministério Missões Urbanas, nas seguintes vertentes:

  • Creches;
  • Casa Abrigo;
  • CCA;
  • Primícias;
  • Penitenciária;
  • Moradores de Rua.

A Campanha do Agasalho 2018 vai até o dia 30/06 (sábado). E você tem a opção de contribuir, levando a sua doação até a Fundação Comunidade da Graça (Rua Salvador do Vale, 09 – Vila Formosa) e também na Igreja Comunidade da Graça (verifique se sua ICG está participando). Vamos fazer o inverno de alguém feliz!

Caso você tenha alguma dúvida sobre essa campanha, pode ligar para (11) 2672-1200 ou entre em contato conosco através das nossas redes sociais.
Facebook - @fundacaofcg
Instagram - @fcgbr
Twitter - @FundacaoCG

Escrito por: Paulo Gustavo Alves, 22 anos, voluntário da FCG, formado em Publicidade e Propaganda e atua profissionalmente como redator.

O trabalho da assistente social no Brasil

O trabalho da assistente social no Brasil

Como assistente social atuante no NPJ é fundamental conhecermos a realidade social das famílias atendidas e qualificarmos as orientações e encaminhamentos no que se refere ao acompanhamento realizado. Para um acolhimento mais efetivo e com uma escuta qualificada, em alguns casos adequamos a abordagem durante o atendimento, facilitando a linguagem para conseguirmos nos aproximar e compreender as demandas trazidas por nossos usuários, pois a linguagem muito técnica por vezes pode dificultar a compreensão dos munícipes.

O Núcleo de proteção Jurídico Social e Apoio Psicológico (NPJ), é referenciado ao CREAS, pois tem como característica promover proteção às crianças, adolescentes, indivíduos e suas famílias, quando da ocorrência de situação de risco pessoal e social, especialmente aqueles relacionadas à violência sob suas diversas formas, maus tratos, abandono, discriminações sociais e restrições à plena autonomia e exercício das capacidades. De acordo com a Política Nacional de Assistência Social, de 2004, o Centro de Referência Especializado de Assistência Social é o principal equipamento dos serviços prestados no âmbito de proteção social especial, pois cabe ao CREAS o desenvolvimento de ações do Serviço de Proteção e Atendimento Especializado a Famílias e indivíduos.

O trabalho do assistente social orienta-se, em todos os espaços sócioocupacionais nos quais atua, pelos princípios e diretrizes inscritos no Código de Ética Profissional de 1993 e pela Lei de Regulamentação da Profissão a 8.662/93.

Na atual conjuntura precisamos ser profissionais propositivos, não apenas executores, mas que sejamos capazes de formular projetos de trabalho e apresentá-los à instituição, defendendo os princípios éticos da profissão. Entre esses princípios do Código de Ética do assistente social destacamos o terceiro que dispõe da ampliação e consolidação da cidadania, considerando tarefa primordial de toda sociedade, com vista à garantia de direitos civis, políticos e sociais das classes trabalhadoras. (CFESS : 1993).

Trabalhar como assistente social é ter plena consciência de que inevitavelmente esbarraremos em alguns momentos da atuação profissional, com limites e possibilidades, ainda assim, possuímos a autonomia profissional para escolher os procedimentos e instrumentais mais apropriados para o acompanhamento da população usuária, conforme as demandas apresentadas em nossos atendimentos, cabe a nós profissionais de Serviço Social esclarecer e informar ao usuário sobre seus direitos, visando romper com a ideia do profissional meramente executivo.

Acredito que uma importante estratégia de trabalho é articulação com a rede socioassistencial do território, pois em muitas ocasiões o mesmo munícipe que é atendido pelo serviço no qual atuamos, também é acompanhado por outro equipamento de nosso território, desta forma temos a chance de realizar uma intervenção mais efetiva no que se refere à garantia de direitos, se trabalharmos em rede. Portanto, é fundamental a adoção de uma prática que busque assegurar direitos e reconhecendo a assistência social como um direito social a ser universalizado, como meio e não como finalidade de realização de uma proteção integral dos direitos.

Escrito por:
Jéssica Molina Sampaio
Assistente Social - Fundação Comunidade da Graça
Atua no NPJ – Núcleo de Proteção Jurídico Social e Apoio Psicológico

Contato

  • (11) 2672.1200
  • fcg@fcg.org.br
  • Rua Salvador do Vale, 9
  • Vila Formosa - São Paulo