Final do segundo ciclo de nutrição - 2018

Final do segundo ciclo de nutrição - 2018

Durante todos os anos a FCG realiza alguns ciclos de nutrição dentro de todos os nossos projetos e desta vez, contamos com a participação das estagiarias e estudantes de nutrição da Faculdade UNIP. Nesta semana, finalizamos o nosso segundo ciclo de nutrição e ao longo desse ciclo trabalhamos com algumas frutas e legumes.

Beterraba

As estagiárias apresentaram a beterraba e falaram sobre sua importância através da preparação de uma deliciosa receita, as crianças ajudaram nessa preparação e usaram aventais e touca.

Abacate

Também trabalharam com o abacate e nessa fruta encontramos nutrientes importantes para as crianças, por exemplo, o ômega 3 que é benéfico para o sistema nervoso. Conseguiram preparar também uma receita de brigadeiro que contém a fruta.

Chuchu

Com a realizaram de um quebra cabeça com as crianças, as estagiarias falaram sobre a importância deste alimento e para degustação das crianças e ofereceram batata frita de chuchu.
Nossa penúltima intervenção com nossas nutricionistas foi muito criativa, pois realizaram a atividade "Caça ao tesouro", onde os piratas procuraram todos os alimentos trabalhados nesse 2°ciclo. O interessante que além de divertido todas as crianças reconheceram os alimentos.

Em nossa CEI IV (Vila Verde) realizamos uma conclusão de tudo que foi ensinado na alimentação das nossas crianças de maneira lúdica e inauguramos o cantinho da nutri, feito com muito carinho para os pequenos.
Ficamos muito alegres com esse momento que tivemos com esse novo ciclo, e agora fica a saudade, mas esperançosos e alegres para receber o novo ciclo de estagiarias de nutrição.

Para esse ciclo contamos com a supervisora da Faculdade UNIP: Talita Pessoa e também com a nutricionista responsável da FCG: Sandra Bernardis.

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Brincando e aprendendo - chapeuzinho vermelho

Brincando e aprendendo - chapeuzinho vermelho

Nosso plano de ensino nas creches, possui como base 3 fundamentos principais: Incluir, Estimular e Brincar. Nesse contexto, iniciamos o tema “brincando e aprendendo”, onde propiciamos a valorização do aprendizado através de brincadeiras e recreação; para conseguir uma maior facilidade de adaptação dos pequenos.

Esse tema acontecerá toda sexta-feira a cada 15 dias, onde realizaremos um dia diferente para as nossas crianças, cada agrupamento realiza uma apresentação, e nessa sexta-feira apresentamos a história da chapeuzinho vermelho, personagem que deu início ao tema abordado.

Foi uma tarde muito divertida e proveitosa, porque tivemos a oportunidade de ensinar às crianças através da brincadeira e imaginação.

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Empatia: o segredo para lidar com a diversidade

Empatia: o segredo para lidar com a diversidade

Atualmente a diversidade - que nada mais é, do que a multiplicidade das relações do homem com o seu meio - tem trazido debates acalorados, tanto na internet quanto fora dela, e essa diversidade atinge aspectos da sociedade, política, cultura, sexo e etnia.

Porém, existem os dois lados dessa moeda. Um lado são as pessoas que são contra a diversidade, e não apenas contra, mas passam a alimentar o preconceito, a discriminação e a intolerância para com o próximo. O outro lado, são as pessoas que lutam pela igualdade, possuindo crenças e valores que reforçam o relacionamento com o próximo. Usam como uma das principais armas, a empatia, para lidar com a diversidade neste século tão plural e rico.

Em meio a toda essa situação, queremos apresentar para você esse outro lado da moeda, e para isso, traremos algumas informações interessantes ao longo do texto.

O que significa a palavra empatia?
Para iniciarmos esse papo, quero explicar o significado da palavra empatia. Para isso irei separar em 3 significados: segundo o Dicionário, segundo a Teologia e segundo Filosofia.

Dicionário – No dicionário Michaelis a palavra significa:

1 - Habilidade de imaginar-se no lugar de outra pessoa.
2 - Compreensão dos sentimentos, desejos, ideias e ações de outrem.

Teologia – Tendência para sentir o que sentiria, caso estivesse, na situação e circunstâncias experimentadas por outra pessoa, tendo Mateus 7:12 como versículo chave: “Portanto, tudo o que vós quereis que os homens vos façam, fazei-o vós também a eles, pois esta é a lei e os profetas.”

Filosofia – O filosofo Adam Smith diz que empatia é: “trocar de lugar com o sofredor na imaginação”.

Porque é difícil praticar a empatia?

Agora que conhecemos um pouco essa palavra e entendemos o seu contexto em nossa sociedade, vem a seguinte pergunta: Porque é difícil praticar a empatia?

A nossa natureza é egoísta por definição; desde o início da humanidade a nossa principal preocupação é se autoproteger; somos voltados para os nossos próprios fins individualistas.

Nietzsche em seu livro “Humano: Demasiado Humano” diz que o ser humano busca sempre os seus interesses, busca no outro apenas aquilo que lhe agrada. Nascemos e morremos sozinhos, porque durante a nossa vida a principal busca é achar no outro o nosso “eu”, ao contrário de tentarmos encaixar o outro em nós.

A revista Exame escreveu um artigo sobre a empatia e disse que historicamente as pessoas criam alguns “impedimentos” que dificultam praticarmos a empatia, entre eles estão o preconceito, a autoridade, a distância e a negação.

Nessa nova era das redes sociais, conseguimos conversar com diversas pessoas, porém de forma polarizada. Segundo o psicoterapeuta Aaron Balick, as redes sociais até possuem empatia, mas elas são tendenciosas ao bairrismo, dificultando o diálogo com a pessoa que pensa diferente de você.

Como sermos empáticos com a diversidade?

Já explicamos a palavra empatia e contextualizamos o fato dela ser de difícil prática. Agora vamos buscar alguns meios de desenvolver a empatia neste mundo de grande diversidade. Para isso, coloquei 3 hábitos interessantes que podem ser praticados.

1 – Crie uma ponte com o desconhecido
Tente investigar a vida de outras pessoas através do bom papo - descontraído e prestativo. Dado início ao primeiro contato, tente buscar alguns paralelos entre você e a outra pessoa. Com isso, ela se abrirá de uma forma mais relaxada e disponível.

2 – Seja curioso
Não tenha medo de conversar com pessoas que possuem uma grande diferença de pensamento. Pessoas empáticas têm em comum a curiosidade - acham as outras pessoas mais atrativas do que elas mesmas.
Busque traçar uma meta, tente pelo menos 1 vez por semana conversar com um desconhecido. No começo pode ser difícil, mas com certeza será enriquecedor.

3- Desprenda-se do preconceito
Tire a venda do preconceito, fuja desse estereotipo e tente olhar para todos sem elaborar um prejulgamento. Vá de mente aberta. Descubra lindas pessoas, que se escondem em capas diferentes das suas.

Se você chegou até essa parte do texto, tenho certeza que você busca ser uma pessoa mais empática, com uma mente curiosa em buscar novos amigos e ser mais diversificado em sua cultura. Por isso, fica aqui a gostosa sensação de trazer para o debate um assunto que possa melhorar o relacionamento interpessoal e a justiça social.

Lembre-se: a empatia é a arte de se colocar no lugar do outro para transformar o mundo.

Treinamento primeiros socorros nas creches

Treinamento primeiros socorros nas creches

Todas as nossas creches receberam a visita do Corpo de Bombeiro de São Paulo, onde forneceram aos colaboradores das creches um treinamento sobre os primeiros socorros. A iniciativa tem como objetivo preparar esses profissionais para lidarem em situações do dia a dia com as crianças.

Com as orientações do Corpo de Bombeiros, aprendemos sobre primeiros socorros e algumas manobras para salvar uma criança caso haja necessidade, também aprendemos sobre o cuidado com a febre, convulsões e engasgos em crianças e adultos. Um momento em que as professoras participaram ativamente como voluntárias no ato das manobras que devem ser feitas em cada caso específico.

Foi um momento muito pertinente e proveitoso para o nosso cotidiano. Agradecemos ao Corpo de Bombeiros de São Paulo que nos auxiliou para que juntos possamos contribuir da melhor forma para o crescimento saudável dos pequenos

Treinamento primeiros socorros nas creches
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Treinamento primeiros socorros nas creches

Indicadores de Qualidade nas creches - Parte I

Indicadores de Qualidade nas creches - Parte I

No dia 27/04 realizamos em nossas creches os Indicadores de Qualidade na Educação Infantil, que tem como objetivo, auxiliar as equipes de profissionais das unidades educacionais junto com as famílias e a comunidade. Um instrumento de autoavaliação da qualidade das instituições de educação infantil, por meio de um processo participativo e aberto a toda a comunidade, para promover a qualidade da educação exercida por cada creche.

Este instrumento foi elaborado com base em aspectos fundamentais para a qualidade da instituição de educação infantil, aqui expressos em dimensões dessa qualidade, que são sete:

1 – planejamento institucional;
2 – multiplicidade de experiências e linguagens;
3 – interações;
4 – promoção;
5 – espaços, materiais e mobiliários;
6 – formação e condições de trabalho das professoras e demais profissionais;
7 – cooperação e troca com as famílias e participação na rede de proteção social.

Essa é uma ótima oportunidade das famílias conhecerem e participarem da educação dos seus filhos para o bem comum, aumentando o conhecimento de como é a rotina da unidade escolar, atrair um momento de avaliação e como a escola pode progredir, crescer e juntos família x escola caminharem.
Para atrair as famílias a participarem deste momento, a creche, trabalhou com uma campanha de incentivo, durante toda a semana, confeccionando um painel de entrada e cartazes com algumas perguntas referentes a cada uma das dimensões, tendo como objetivo: aguçar a curiosidade e interesse dos pais de sanar as dúvidas quanto a cada pergunta dos indicadores de qualidade.

No final do mês de maio, teremos a parte II deste momento, onde traremos a análise dos resultados obtidos e traçaremos novas ações/atividades para melhorar o nosso atendimento ao longo dos próximos anos.

Indicadores de Qualidade nas creches - Parte I
Indicadores de Qualidade nas creches - Parte I
Indicadores de Qualidade nas creches - Parte I
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Indicadores de Qualidade nas creches - Parte I
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Indicadores de Qualidade nas creches - Parte I
Indicadores de Qualidade nas creches - Parte I

Intervenção Nutricional - Alimentos Ultraprocessados

Intervenção Nutricional - Alimentos Ultraprocessados

Nossos nutricionistas realizaram uma palestra com os usuários da Policlínica, com o objetivo de averiguar a percepção dos mesmos sobre alimentos industrializados: processados e ultraprocessados.
Durante a palestra foram demonstradas quantidades de açucares, óleo e sal presentes nos alimentos ultraprocessados, e foram dadas orientações sobre o consumo adequado de açucares, óleo e sal de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Ao fim da atividade foi disponibilizado tempo para retirada de dúvidas dos participantes, e entregue um folder explicativo sobre o tema abordado, além de divulgação do serviço de nutrição que presta atendimento na Policlínica da Fundação Comunidade da Graça.

Segundo o Conselho Regional de Nutricionistas, os alimentos ultraprocessados são os que trazem mais riscos à saúde de quem os consome. Como os alimentos são modificados, podem em alguns casos provocar doenças, como o colesterol alto, diabetes, problemas no coração, câncer, obesidade e deficiências nutricionais.

Por este motivo, a procura por um nutricionista e a escolha por hábitos alimentares saudáveis são práticas que melhoram a qualidade de vida das pessoas.

A palestra foi realizada pelos estagiários: Bianca de Souza, Juliana Marilly, Thiago Titonel e Rebeca Ramirez.
Supervisora da Faculdade UNIP: Talita Pessoa
Nutricionista responsável da FCG: Sandra Bernardis.
Fontes: Conselho Regional de Nutricionistas CRN-10 / Conselho Federal de Nutricionistas

Intervenção Nutricional - Alimentos Ultraprocessados
Intervenção Nutricional - Alimentos Ultraprocessados
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Intervenção Nutricional - Alimentos Ultraprocessados
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Intervenção Nutricional - Alimentos Ultraprocessados

Dia do Índio - 2018

Dia do Índio - 2018

Desde fevereiro estamos desenvolvendo em nossas creches o projeto: Identidade e Autonomia, tem a finalidade de promover o reconhecimento das adversidades, ao mesmo tempo favorecendo a estrutura da identidade, percepção do outro, das igualdades e diferenças, reconhecendo a criança como um ser social e histórico, visa também criar meios de aquisição de conhecimento de si mesmo e do mundo que a rodeia, a fim de possibilitar à criança a construção plena de sua identidade.

Dentro desse projeto, nós trabalhamos e comemoramos o dia do índio, 19 de abril, onde as crianças aprenderam sobre a cultura indígena e suas influências, a maioria teve o contato pela primeira vez com essa cultura. Interessante que as crianças ao ver as professores com os trajes indígenas, perguntaram: “é de verdade?” e através das indagações, das crianças, as professoras desenvolveram o tema.

Cada creche trabalhou da sua forma, porém, sempre ensinando de forma divertida e agradável para caminharmos de encontro com as propostas da FCG, que é, formar as crianças em cidadãos plenos.

Os pequenos aprenderam a construir seu próprio brinquedo e confeccionaram uma peteca, além do tradicional cocar. Brincaram de índio, visitaram a OCA e a casa do índio nos dias de hoje, conheceram um pouco da cultura indígena através dos seus costumes, danças, comidas e adereços. Por fim, apresentaram um musical para as professoras e as professoras realizaram uma contação de histórias.

Queremos lembrar a todos, que os índios possuem uma riquíssima cultura e eles já habitam nosso país há muito tempo, muitos historiadores levantam indícios de seres humanos no Brasil datados de 16.000 A.C. Então, devemos ter um profundo respeito e solidariedade com essa cultura que tem muito a nos ensinar. Os nossos pequenos aprenderam, e com certeza, terão um maior respeito por essa cultura.

Dia do Índio - 2018
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Amor que transforma - Guina

Amor que transforma - Guina

A Revista COMUNA da Igreja Comunidade da Graça em sua edição de abril n°98, escreveu uma matéria cotando a história de vida do Agnaldo, mais conhecido como Guina, nosso assistente administrativo. Uma história muito digna e realizada. Nasceu com os dois tímpanos perfurados, mas isso não foi motivo nenhum para que hoje ele tivesse uma vida alegre com um bom desenvolvimento profissional, familiar e alcançando uma nova vida em Cristo.

Confira a matéria completa

Um homem livre e realizado. É assim que Aguinaldo se descreve ao contar a sua história. Mas, foi um longo caminho para chegar até aqui.

Nascido em Caculé, no interior da Bahia, era um entre 15 irmãos. Não demorou muito para que a família notasse que havia algo diferente com ele. Aguinaldo nasceu com os dois tímpanos perfurados por causa de problemas durante a gestação.

A única maneira de procurar tratamentos adequados seria vir para São Paulo. E foi o que o seu pai fez. Viajava com o menino por mais de 1.300 quilômetros para procurar médicos e tentar, de alguma forma, melhorar a sua situação. Mas, o inesperado aconteceu. Quando Aguinaldo tinha cinco anos, perdeu o pai por causa de um câncer. Em meio à tristeza do luto, uma grande mudança foi necessária para que ele pudesse continuar a se tratar.
Acostumado com a casa cheia, ele teve que se mudar com apenas uma de suas irmãs para a casa de uma tia, que morava na capital paulista. Passou a infância cercado de médicos e cirurgias. “Ia a consultas com fonoaudiólogos e psicólogos, e tive que fazer sete operações”, relembra.

Sabendo das dificuldades que um portador de deficiência enfrenta, já que vivia cada uma delas na pele, Aguinaldo pensava em como poderia ajudar aqueles que, como ele, tinham alguma dificuldade. Por isso, aos 15 anos começou a trabalhar na Semear, Associação para Integração e Apoio à Pessoa com Deficiência, onde aprendeu a importância do respeito e da valorização do ser humano.

Depois disso, foram anos trabalhando em empresas onde acabou sofrendo preconceito por conta de sua condição. Até que ele conheceu a Fundação Comunidade da Graça, onde está hoje. “Aqui eu encontrei liberdade para fazer o meu trabalho e aplicar tudo o que eu aprendi”, conta.

Aguinaldo trabalha como assistente administrativo, é responsável pelos certificados de utilidade pública e dá suporte nas áreas de finanças e de Recursos Humanos. Mas o que ele mais gosta de fazer é ajudar outros funcionários da FCG, também portadores de deficiência.

Apelidado carinhosamente por eles de “pai Guina”, ele acompanha, aconselha e ajuda na socialização dos seus “filhos” no ambiente de trabalho.
Apesar de sua trajetória difícil e de ainda apresentar alguns problemas na fala por conta de sua deficiência, Guina não se lembra de sua história com tristeza. “Eu não tenho revolta nenhuma do passado, se não fosse todo esse processo que eu passei, acho que nem estaria aqui”.

Além da realização no trabalho, ele também tem experimentado uma nova vida em Cristo. Depois de muita oração de sua esposa, que já era cristã, Aguinaldo se entregou a Jesus e hoje, junto de sua família, frequenta a Comunidade da Graça em Ermelino Matarazzo.

Como se não bastasse todo o seu bom desenvolvimento profissional, desde o ano passado ele tem enfrentado um novo desafio. “Nosso GCEM se multiplicou e, hoje, eu e a minha esposa lideramos uma célula. Já somos em cinco casais”, comemora.

Talvez, pensando em todo o processo que Aguinaldo viveu, em toda a sua história, muitos poderiam desanimar. Mas ele prosseguiu, mesmo em meio às dificuldades e desafios, e tem colhido os frutos das sementes que lançou.

Fonte: Revista Comuna, edição n°98. Abril 2018.

Dia nacional do livro infantil

Dia nacional do livro infantil

No dia 18 de abril é comemorado o dia Nacional do livro infantil, mas a data não foi escolhida aleatoriamente, trata-se de uma homenagem a Monteiro Lobato, escritor que dedicou a sua vida à literatura infantil brasileira.

Não poderíamos deixar esse dia de lado, por isso, realizamos uma comemoração em nossas creches e trabalhamos com uma das suas principais obras: Sítio do Pica Pau Amarelo, obra essa que contém uma série de 23 volumes de fantasia, escritas entre 1920 e 1947. Passados algumas gerações, ela ainda mexe com a imaginação da criança.

Para comemorar esse dia tivemos: contação de histórias apresentando os personagens infantis através da música e encenação; preparamos a casinha e usamos a touca da Emília e máscara do Visconde; por fim, para complementar esse dia especial, servimos os famosos bolinhos de chuva da tia Anastácia.

Foi um dia muito gostoso e com certeza foi uma honra poder promover a diversão e estimular as crianças com a leitura infantil.

Dia nacional do livro infantil
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